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O exemplo de Cristo na humilhação | Filipenses 2:5-11
I. Introdução e Contextualização A Epístola aos Filipenses, escrita pelo apóstolo Paulo durante o seu cativeiro, destaca-se no cânon neotestamentário pela sua tônica vibrante de alegria, afeto profundo e uma teologia cristológica inigualável, entrelaçada com exortações práticas e éticas. Endereçada a uma comunidade que ocupava um lugar singular no coração do apóstolo, a carta reflete uma relação de parceria ( koinonia ) no evangelho que perdurava desde o "primeiro dia" da sua
João Pavão
23 de nov. de 202524 min de leitura


Exortação ao amor fraternal e à humildade | Filipenses 2:1-4
I. Introdução e Contextualização Histórico-Literária A Epístola aos Filipenses ocupa um lugar singular no corpus paulino, distinguindo-se não pelas polêmicas agudas de Gálatas ou pela argumentação soteriológica densa de Romanos, mas por um tom predominante de koinonia (comunhão) e chara (alegria), entrelaçado com uma profunda teologia do sofrimento e da humilhação. Escrita pelo Apóstolo Paulo — muito provavelmente durante o seu aprisionamento em Roma, por volta de 60-62 d.
João Pavão
20 de nov. de 202511 min de leitura


A unidade cristã na luta | Filipenses 1:27-30
I - Introdução e Contextualização O texto de Filipenses 1:27-30 marca uma transição crucial na epístola. Até este ponto, Paulo narrou suas circunstâncias pessoais na prisão; agora, ele volta sua atenção pastoral inteiramente para a congregação. O versículo 27 inicia com o advérbio monon ("somente" ou "apenas"), que funciona aqui como um marcador de ênfase suprema: "Apenas uma coisa importa". Paulo deseja que os filipenses compreendam que a instrução a seguir é a razão primár
João Pavão
19 de nov. de 202511 min de leitura


A situação de Paulo e o progresso do evangelho | Filipenses 1:12-26
I - Introdução e Contextualização (Filipenses 1:12-26) A perícope (unidade textual) de Filipenses 1:12-26 marca uma transição literária e teológica crucial na epístola. O apóstolo Paulo conclui sua oração inicial (Fp 1:9-11) pedindo que o amor dos filipenses "aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção". O termo grego para "percepção", aisthēsis (translit. aisthēsis ), denota um discernimento moral e espiritual aguçado. Imediatamente após esta oração, no vers
João Pavão
18 de nov. de 202518 min de leitura


Saudação de Paulo aos filipenses | Filipenses 1:1-11
I. Introdução e Contextualização: A Carta da Prisão A Epístola aos Filipenses, frequentemente celebrada como a "carta da alegria", representa um dos documentos mais pessoais e afetuosos do apóstolo Paulo. Os termos gregos para "alegria" (chara) e "regozijar-se" (chairein) permeiam a narrativa, aparecendo dezesseis vezes ao longo de seus quatro capítulos. O que torna esta ênfase notável é o paradoxo central de sua composição: Paulo não escreve de um local de conforto, mas da a
João Pavão
14 de nov. de 202522 min de leitura
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